quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Brasília

Não moro aqui. Cada móvel, cada detalhe sempre igual remete a tudo novamente. Pela janela, a cidade de tantos anos. Conforto e estranhamento coabitam um corpo confuso. Nos cantos da casa devem estar os momentos que precisam ser resgatados para entender o que acontece.

Um comentário:

  1. Puxa, Tatá, como é legal esses textos. Do que li até agora gostei. Mesmo com um tom às vezes suavemente triste. Talvez seja porque pelos cantos dos pássaros das árvores à janela seja mais fácil para desconfundirmo-nos. Nos cantos da casa precisamos é liberar a bagunça, né. Você me deu uma grande idéia: tá na hora de mexer com tudo isso. Prometo que em julho você vai escre - ver diferente a respeito.
    bjin do
    Lilin

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