terça-feira, 26 de outubro de 2010

Não há espaço para o mundo aéreo das coisas que não acontecem (conhecida distração). O concreto grita em meu ouvido e me sacode. E desde então, atenção.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Um copo de água, por favor (mas não há sede). Pele ressecada, mal estar difuso. Mas não há sede. Algo está interditado – e o corpo adoece. Muda o ritmo e o foco. O corpo doente implora por cuidado. Do adoecimento ao olhar atento.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Mais um dia sem intervalos. Sempre igual: as horas arrastam o corpo entre atividades e o corpo carrega o cansaço que produz.