terça-feira, 12 de janeiro de 2010
A parede da sala era mais bonita azul porque ressaltava as cores do quadro. Hoje, pintada de creme, ainda permite que ele brilhe sozinho. Continua bonito, mas eu olho e lembro do azul. E em todas as outras paredes lembro de tantas outras coisas. Entre memórias, não sei bem o sentimento que surge - e surge sempre diferente. Como vida vivida e revivida, renovada a cada contato.
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